A China impôs uma tarifa de 34% a todas as importações dos EUA a partir de 10 de abril, retaliando contra as taxas anteriores do presidente Donald Trump e aprofundando um conflito comercial chocando os mercados globais.
As medidas, anunciadas sexta -feira pelo Ministério das Finanças de Pequim, aumentam as tarifas dos EUA existentes em produtos chineses para 54% e direcionam as exportações de terras raras críticas para semicondutores e veículos elétricos.
As tarifas espelham os 34% de 34% de Trump divulgados na quarta -feira, que ele enquadrou como corrigindo desequilíbrios comerciais. O Ministério do Comércio da China adicionou simultaneamente 16 empresas americanas a uma lista de controle de exportação e remessas restritas de Samário, Gadolínio e Terbio – as terras que dominam as cadeias de suprimentos globais.
Onze empresas americanas ingressaram na lista de “entidade não confiável” da China, bloqueando o acesso ao mercado. Os mercados de ações globais caíram como medo de se espalhar a interrupção econômica prolongada. Ibovespa do Brasil caiu 3,14%, para 127.020 pontos, enquanto os EUA Dow Jones e Nasdaq caíram 3,5% e 4,6%, respectivamente.
Os índices europeus afundaram acentuadamente, com o FTSE MIB da Itália caindo 7,46% e o Dax da Alemanha perdendo 4,98%. Analistas da JP Morgan elevaram as probabilidades de recessão para 60%, citando riscos de escalação desmarcados.
Pequim enquadrou sua resposta como defensiva, acusando Washington de “bullying unilateral” violando as regras da OMC. O porta -voz do Ministério das Relações Exteriores Guo Jiakun pediu o diálogo, mas prometeu proteger os interesses chineses. A Casa Branca ainda não comentou.
As tensões comerciais globais aumentam
O confronto se desenrola em meio a cepas domésticas da China, incluindo uma crise e deflação do setor imobiliário. Apesar disso, Pequim parece preparado para conflitos prolongados, alavancando os controles de domínio e exportação de terras raras.
As tarifas de Trump direcionaram 185 nações, incluindo 10% de serviço do Brasil, provocando reação global. O presidente da Comissão da UE, Ursula von der Leyen, chamou os movimentos desestabilizando, enquanto o primeiro -ministro do Japão os rotulou de “crise nacional”.
O presidente do Brasil, Lula Avançou a legislação tarifária recíproca na sexta -feira, espelhando os esforços globais para combater medidas dos EUA. Os mercados agora se preparam para interrupções da cadeia de suprimentos, particularmente em setores de tecnologia e energia dependentes de materiais chineses.
O FMI alerta as tensões prolongadas podem reduzir o crescimento global do PIB em 0,7% até 2026, com as economias pesadas de manufatura mais expostas. Esta história sintetiza dados verificados de declarações governamentais, relatórios de mercado e cobertura internacional de arame.