Kristi Noem, a nova secretária de Segurança Interna de Donald Trump, lançou sua primeira viagem ao exterior em 26 de março de 2025, visando El Salvador, Colômbia e México.
Sua jornada, anunciada pela Casa Branca, aborda a onda de imigração ilegal e crime sobrecarregando as fronteiras dos EUA. Ela primeiro visita a mega-prisão de El Salvador, mostrando a postura hardline de Trump.
Noem percorre o Centro de Confinamiento del Terrorismo, uma instalação com 40.000 presos, com o ministro da Justiça Gustavo Villatoro. Mais de 200 venezuelanos, deportados dos EUA em 16 de março, usando uma lei de 1798, chegaram lá recentemente.
O governo Trump os liga à gangue Tren de Aragua, embora mais de 100 carecem de registros criminais. A Alfândega e a Proteção de Fronteiras dos EUA relata 2,5 milhões de encontros de fronteira em 2024, um recorde de impulsionar esta política.
O presidente Nayib Bukele, um aliado com uma classificação de aprovação de 80%, hospeda Noem para fortalecer os laços. Sua repressão reduziu a taxa de assassinatos de El Salvador de 38 para menos de 3 por 100.000 desde 2019.
Em seguida, Noem Lands em Bogotá em 27 de março, encontrando o presidente Gustavo Petro e os principais funcionários. A Colômbia, a melhor fornecedora de cocaína para os EUA, abriga 3 milhões de migrantes venezuelanos, muitos em direção ao norte.
Uma cuspida de janeiro sobre o tratamento do deportado provocou ameaças tarifárias, mas a diplomacia prevaleceu. Em 28 de março, Noem chega à Cidade do México, cumprimentando a presidente Claudia Sheinbaum e sua equipe.
O México, lar de 10 milhões de residentes dos EUA, apreendeu 1,2 toneladas de fentanil em 2024, um aumento de 30% em relação ao ano passado. As conversas tarifárias seão, mas a cooperação em segurança domina esta visita.
A estratégia de fronteira de Trump enfrenta teste crucial nas Américas
A turnê destaca a estratégia de Trump de conter a inundação de migrantes e drogas sem documentos na prisão dos EUA, El Salvador, um símbolo gritante, detém milhares sem julgamento, alinhando -se aos objetivos de Trump.
Colômbia e México, os principais atores, enfrentam pressão para se alinhar com os interesses dos EUA em meio ao crescente caos da fronteira. Os números contam uma história emocionante: 400.000 deportações marcaram o primeiro mandato de Trump e agora as expulsões do terceiro papo aumentam o esforço.
As empresas observam de perto enquanto as tarifas ameaçam o comércio com o México, expirando em 2 de abril, e o fluxo de cocaína da Colômbia persiste. Os EUA buscam resultados – rápido. A viagem de Noem combina a aplicação com a diplomacia, testando parcerias nas Américas.
El Salvador abraça o papel, enquanto a Colômbia e o México navegam em negociações tensas. O uso do uso da lei de 1798 agita o debate, mas um juiz a parou, refletindo obstáculos legais à frente.
Essa jornada revela a determinação de Trump de proteger as fronteiras dos EUA do crime e das passagens ilegais. As visitas de Noem sinalizam um novo capítulo, mesclando políticas difíceis com alianças estratégicas.
As apostas aumentam à medida que os fluxos de migrantes e o tráfico de drogas desafiam a segurança americana diariamente.
A história real está nos números: milhões cruzam, milhares deportes e bilhões de dependências do comércio.
A turnê de Noem define o tom do segundo mandato de Trump. É uma jogada calculada, observada pelo mundo, moldando o futuro das fronteiras dos EUA.