Crise de investimento: o Brasil fica atrás dos pares globais e regionais

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O Brasil enfrenta um desafio econômico crítico, pois sua taxa de investimento continua sendo uma das menores globalmente, ameaçando as perspectivas de crescimento a longo prazo.

According to data from the Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Brazil’s gross fixed capital formation (FBCF) reached only 16.4% of GDP in 2023, far below the global average of 26%.

Essa medida, que rastreia investimentos em máquinas, equipamentos, construção e inovação, destaca a luta do Brasil para competir com colegas regionais como a América Latina e o Caribe (19,1%) e desenvolveram economias como a União Europeia (22,1%) e os países da OCD (22,4%).

As tendências históricas revelam um declínio constante nos níveis de investimento do Brasil. Entre 1970 e 2022, o país teve uma taxa de FBCF de 20,6%, mas isso caiu para 17,8% entre 2003 e 2023.

Mesmo com um pequeno aumento para 17% em 2024, o Brasil ficou em 124º dos 143 países para taxas de investimento, destacando sua incapacidade de acompanhar as economias emergentes como China e Índia.

Crise de investimento: O Brasil fica atrás dos pares globais e regionais. (Reprodução da Internet fotográfica)

Baixa poupança doméstica ageu esse problema. Em 2023, a taxa de poupança bruta do Brasil ficou em apenas 15% do PIB, em comparação com uma média de 25,9% entre outras nações analisadas. Isso colocou o Brasil na 95ª posição de 120 países.

Os desafios econômicos do Brasil

Com o tempo, a taxa de poupança se deteriorou ainda mais, caindo de uma média de 20,1% entre 1975 e 1995, para apenas 15,7% entre 1996 e 2023. Em 2024, a economia atingiu uma baixa de cinco anos de 14,5%, refletindo fraquezas estruturais na política fiscal e na gestão econômica.

O déficit fiscal do Brasil exacerba esses desafios. O déficit nominal atingiu 8,05% do PIB em janeiro de 2025, equivalente a R $ 956 bilhões. Os altos gastos públicos em Seguro Social e pessoal absorvem poupança privada e limita fundos para investimentos produtivos.

As consequências econômicas são graves. Os investimentos limitados restringem a capacidade de produção, alimentando pressões inflacionárias quando a demanda aumenta. A inflação atingiu 5,06% em fevereiro de 2023, excedendo a faixa -alvo do banco central.

Para combater a inflação, as taxas de juros aumentaram de 10,5% para uma taxa anual acentuada de 14,25%, desencorajando ainda mais empréstimos e investimentos. Especialistas argumentam que as reformas fiscais são essenciais para resolver essas questões.

Reduzir déficits, reformar pensões e incentivar a economia privada pode desbloquear o potencial de crescimento do Brasil. Sem ação decisiva, o Brasil corre o risco de prolongar a estagnação econômica e diminuir a competitividade no cenário global.