O Ministério da Energia e Minas de Cuba anuncia oito novos parques solares operacionais até março de 2025, aproveitando a tecnologia chinesa. Essas instalações oferecem mais de 170 megawatts, abordando uma crise energética que prejudica a ilha com blecautes frequentes.
As autoridades têm como alvo 92 parques até 2028, com o objetivo de 2.000 megawatts para remodelar uma grade de base fóssil-combustível. O plano se desenrola contra um cenário de desespero, pois Cuba suporta interrupções com duração de até 20 horas por dia.
As usinas termoelétricas envelhecidas vacilam, consumindo 8 milhões de toneladas de combustível anualmente, produzindo apenas 3 milhões localmente. As importações drenam fundos escassos, piorados por um embargo dos EUA limitando o acesso aos recursos.
O progresso acelera com seis parques adicionando 131,2 megawatts este mês, após dois concluídos em fevereiro em Havana e Cienfuegos. Quatro locais de armazenamento, cada um com 50 megawatts, equilibra a variabilidade solar, oferecendo estabilidade.
Os especialistas observam o abundante sol, vento e biomassa abundantes de Cuba como ativos -chave para essa mudança. O governo avança, planejando três a quatro parques por província, perseguindo uma meta de energia renovável de 24% até 2030.
Atualmente, 1.000 megawatts marcam um marco de 8%, com esperanças de independência energética a longo prazo por meio de petróleo e gás local. No entanto, as autoridades admitem que a manutenção de plantas antigas permanece crítica.
Crise energética de Cuba
Blackouts, desencadeado por escassez de combustível e infraestrutura desatualizada, devastar a vida diária e a economia. Um colapso em todo o país em outubro de 2024 ressalta a urgência, impulsionando essa parceria chinesa. Interactes fiscais por oito anos e isenções aduaneiras atraem os investidores para a causa.
Para as empresas, o pivô de Cuba sinaliza a oportunidade em meio à incerteza. Os 170 megawatts da ilha facilitam a escassez diurna, mas o alívio noturno depende das importações de armazenamento ou combustível. O papel da China, fornecendo tecnologia e experiência, sugere laços mais profundos, potencialmente perturbando os interesses americanos nas proximidades.
Ainda assim, os desafios aparecem grandes. A energia solar não oferece uma correção rápida para uma grade que exige 3.500 megawatts no pico, geralmente ficando 1.500 curta. A história real está na corrida de Cuba para equilibrar a ambição com a realidade, à medida que os blecautes testam a resiliência e as alianças globais mudam.
Esse esforço revela uma nação em uma encruzilhada, alavancando a ajuda externa para combater uma crise décadas. Os observadores observam de perto, avaliando o impacto na dinâmica futura e regional de Cuba.