Em 2024, o Brasil registrou um aumento de quase 70 % em relação ao ano anterior nos casos de discriminação e ataques às práticas religiosas, de acordo com o Ministério dos Direitos Humanos. As principais vítimas são religiões de origem africana, como Umbanda e Candomblé. Seus seguidores são ameaçados e seus templos religiosos destruídos e saqueados. Essa intolerância é alimentada por ramos do cristianismo evangélico: igrejas pentecostais e neo-pentecostais, cujos números dispararam no Brasil nos últimos anos. Louise Raulais da França 24 e Jan Onoszko relatam.
Felas de origem africana do Brasil sob ataque, enquanto os evangélicos realizam ‘Guerra Santa’
