A Casa Branca confirmou que as importações de petróleo, gás e produtos refinados permanecerão isentos das tarifas recém -anunciadas pelo presidente Donald Trump.
Esta decisão aborda preocupações do setor de energia dos EUA sobre possíveis interrupções e aumentos de custos da oferta. Trump introduziu uma tarifa de 10% em todas as importações, com taxas mais altas direcionadas a parceiros comerciais específicos, como parte de esforços mais amplos para reequilibrar as relações comerciais.
As importações de energia do Canadá e do México, já protegidas sob o Acordo dos Estados Unidos-México-Canadá (USMCA), permanecem inalterados. Esses dois países são os maiores fornecedores de petróleo bruto para os EUA, com o Canadá fornecendo até 70% do petróleo processado por refinarias no Centro -Oeste.
A isenção também abrange as importações globais de energia, garantindo remessas contínuas de gasolina e diesel europeia para a costa leste, o que depende de combustível estrangeiro devido à capacidade limitada de refino.
A isenção reflete um esforço estratégico para evitar aumentos de preços de energia que podem afetar os consumidores e negócios americanos. Ao excluir as importações de energia das tarifas, o governo garante suprimentos estáveis de combustível enquanto concentra medidas comerciais em outras indústrias.
No entanto, os setores fora da energia enfrentam desafios, à medida que as tarifas reformulam as cadeias de suprimentos e aumentam os custos. A Europa continua sendo um fornecedor -chave de produtos refinados para os EUA, enquanto o petróleo bruto canadense apóia as refinarias domésticas.
A decisão destaca a importância de manter fluxos de energia ininterruptos enquanto buscam ajustes comerciais. Embora as importações de energia evitem tarifas, outras indústrias devem navegar por novas pressões econômicas à medida que as políticas comerciais evoluem.