Os comerciantes da Brasil B3 Exchange relataram um dia volátil em 2 de abril de 2025, pois a Ibovespa subiu 0,03%, para 131.190,34 pontos. O pequeno ganho seguiu uma sessão agitada impulsionada pela incerteza global sobre as tarifas dos EUA sob o presidente Donald Trump.
Enquanto isso, o dólar subiu 0,25% para R $ 5,6967, refletindo os nervos do mercado. O dia se desenrolou com os investidores observando o iminente anúncio tarifário de Trump, esperado naquela noite, que poderia atingir as principais exportações do Brasil como petróleo.
Os altos e baixos de Wall Street aumentaram a tensão, mas uma manifestação tardia nos estoques de tecnologia dos EUA levantou espíritos. Consequentemente, o Ibovespa se recuperou de quedas do meio -dia, impulsionadas por gigantes estáveis Petrobras e Vale.
As ações da GPA subiram 24% quando o fundo alemão de Saint, da Nelson Tanure, pressionou para uma mudança de conselho, sinalizando uma potencial reviravolta. No entanto, a CSN caiu 5,17% em meio a preços fracos de aço e medos tarifários.
Cogna caiu 3,24% após uma reunião de investidores sem brilho, enquanto a Brava Energia e Prio caíram 2,78% e 2,5% após o rebaixamento do Goldman Sachs. Globalmente, os mercados mostraram resultados mistos.
O Dow Jones caiu 0,03%, para 41.989,96, mas o S&P 500 aumentou 0,38%, para 5.633,07, e a Nasdaq ganhou 0,87% para 17.449,89. O Stoxx 600 da Europa caiu 0,5%, e o Nikkei e o CSI 300 da Ásia caíram 0,7%e 1,2%, respectivamente, à medida que as preocupações das tarifas se espalham. O volume de negociação atingiu R $ 12 bilhões, abaixo da média de US $ 15 bilhões do ano, sugerindo cautela.
Mercado do Brasil em uma encruzilhada
O ETF Ishares MSCI Brasil viu R $ 150 milhões em saídas, sugerindo investidores globais recuando. Tecnicamente, a Ibovespa pairou perto da resistência em 133.500, com suporte a 130.500 e um RSI de 58 indicando momento constante.
Os analistas observaram que a resiliência do mercado surgiu dos dados do trabalho dos EUA, com 155.000 empregos no setor privado adicionados em março, superando as previsões de 115.000. Essa força apoiou indiretamente o índice do Brasil.
Ainda assim, os planos tarifários de Trump mantiveram todos no limite, especialmente com exportações de petróleo em risco.
Por trás dos números, encontra -se uma história mais ampla do Brasil navegando mudanças no comércio global. A modesta aumento do mercado mascara uma espera tensa por clareza sobre a política dos EUA, que pode remodelar as receitas de exportação.
Petrobras e Vale mantiveram -se firmes, mas empresas menores como GPA e CSN revelaram as apostas da estratégia doméstica versus a pressão internacional. Quando a noite caiu, os comerciantes se preparam para o discurso de Trump, sabendo que poderia balançar o mercado acentuadamente.
Os dados do dia – 131.190,34 pontos, R $ 5.6967, R $ 12 bilhões em volume – contribuem para uma história de estabilidade cautelosa. No entanto, a verdadeira narrativa depende de como a economia do Brasil enfrentará a tempestade tarifária pela frente.
Este momento captura o mercado de uma nação em uma encruzilhada, equilibrando vitórias locais contra riscos globais. Os investidores observam de perto, cientes de que o próximo passo depende das decisões tomadas muito além do assoalho de São Paulo. Os números refletem a resiliência, mas o futuro permanece incerto.