O Banco Central da Colômbia detém taxas de juros em 9,5%

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O Banco Central da Colômbia manteve sua taxa de juros de referência em 9,5% durante sua primeira reunião de política de 2025, refletindo as preocupações em andamento da inflação, apesar de recentes declínios. Quatro dos sete membros do conselho favoreceram o porão, enquanto três pressionaram por um corte de 50 pontos de base.

A decisão expõe o aprofundamento das tensões entre as autoridades monetárias e a administração do presidente Gustavo Petro, que argumenta que os altos custos de empréstimos sufocam o crescimento econômico.

A inflação da manchete caiu para 5,3% em março de 2025, de 13,3% em meados de 2024, mas permanece acima da meta de 3% do banco. A inflação central, excluindo itens voláteis, caiu para 4,9%.

O governador do Banco Central, Leonardo Villar, pediu cautela, afirmando que os formuladores de políticas precisam de sinais mais claros de desinflação sustentada antes de facilitar. O ministro das Finanças, Germán Ávila, criticou o porão, comprometendo -se a pressionar por cortes de taxas nas próximas reuniões para estimular o crescimento.

O Presidente Petro escalou seus ataques às mídias sociais, alegando interferência política dos membros do conselho alinhados à oposição, com o objetivo de “desfinancíar el gobierno” (defundir o governo) inflando os custos de dívida.

O Banco Central da Colômbia detém taxas de juros de 9,5% em meio a pressões de inflação e disputa política. (Reprodução da Internet fotográfica)

Ele acusou o Banco de priorizar “agendas políticas” sobre a recuperação econômica, apontando para o aumento do emprego e a produção industrial como evidência que suas políticas funcionam. Os críticos combatem que os riscos fiscais – incluindo uma lacuna orçamentária crescente e reformas tributárias assombrosas – apenas a restrição monetária.

Perspectivas econômicas da Colômbia

A economia da Colômbia mostra melhorias modestas, com as projeções de crescimento de 2025 do PIB revisadas para 2,8% para 2,6%. No entanto, os ventos globais como tarifas dos EUA e preços voláteis das commodities ameaçam a estabilidade.

O peso depreciou 8% em relação ao dólar este ano, complicando o controle da inflação. Os analistas observam que o banco enfrenta dupla pressão: as taxas de diminuição podem reacender prematuras, mas atrasa o risco de diminuir o risco de investimento.

A lei de financiamento proposta pelo governo Petro, que visa aumentar os gastos sociais, permanece paralisada no Congresso. Esse impasse amplifica o escrutínio da independência do Banco Central, principalmente depois que as recentes compromissos do conselho provocaram acusações de influência partidária.

O Banco de la República insiste que suas decisões permanecem orientadas a dados, citando a inflação pegajosa do setor de serviço e o aumento dos salários mínimos como riscos-chave. Os observadores do mercado antecipam cortes de taxas graduais a partir de meados de 2025, se a inflação formar para baixo.

Por enquanto, o voto dividido sinais de consenso frágil, com os membros do conselho divididos sobre como agressivamente apoiar o crescimento versus os preços da âncora. O resultado moldará a capacidade da Colômbia de equilibrar a sustentabilidade da dívida com a ambiciosa agenda de bem-estar da Petro-um teste de alto risco para uma das economias mais assistidas da América Latina.