A Europa enfrenta uma mudança sísmica na segurança como a guerra da Rússia na Ucrânia, agora com três anos de idade em abril de 2025, alimenta os debates de dissuasão nuclear.
A Polônia busca seu próprio arsenal, a Finlândia considera o transporte nuclear, e a Alemanha explora as opções de financiamento, impulsionadas pelo medo de diminuir o apoio dos EUA. Estoques nucleares franceses e britânicos – 290 e 225 ogivas, respectivamente – pareçam como os únicos impedimentos atuais da Europa.
O primeiro -ministro da Polônia, Donald Tusk, pressiona as capacidades avançadas, incluindo armas nucleares, em meio à implantação da Rússia de armas nucleares táticas na Bielorrússia desde 2023.
Desenvolvimento de um arsenal Riscos violando o tratado de não proliferação de 1969, um movimento menos impensável desde que a Polônia saiu da proibição de mina de Ottawa em 2024 de 1997 em 2024.
Especialistas estimam um esforço de uma década de bilhão de bilhões de euros, dada a infraestrutura nuclear nascente da Polônia, com sua primeira usina de energia devido na década de 2030. Enquanto isso, a Alemanha opta por uma função financeira, aproveitando seu status de compartilhamento nuclear da OTAN, que inclui hospedar 20 bombas B61 dos EUA.
O especialista em segurança Karl-Heinz Kamp sugere que Berlim poderia financiar os caros programas caros da França e da Grã-Bretanha. Isso inclui 31 bilhões de libras para o tridente do Reino Unido e 6 bilhões de euros por ano para a Force de Frappe da França.
Mudança nuclear da Europa
Um relatório parlamentar de 2017 confirma isso alinhado com o NPT, especialmente sob o acordo de Trinity House de 2024, alemão, sugerindo a cooperação nuclear. A Finlândia, recém-alinhada desde abril de 2023, marca uma curva de neutralidade.
O presidente Alexander Stubb, eleito em 2024, apoia o trânsito nuclear nas fronteiras russas de 1.340 quilômetros da Finlândia, citando necessidades de dissuasão. Isso segue a agressão da Rússia, revivendo as memórias da Guerra de Inverno de 1939.
O cenário revela o desconforto da Europa. A ogivas não estratégicas de 1.000 a 2.000 da Rússia nos 230 da OTAN, enquanto a confiabilidade dos EUA vacila sob recentes mudanças políticas.
Emmanuel Macron, da França, oferece um guarda -chuva nuclear, mas a Polônia e a Alemanha pesam caminhos independentes. Custos, obstáculos legais e riscos de proliferação aparecem grandes, mas o continente aparece para um cenário de defesa redefinido.