A Força Aérea de Portugal se junta a Embraer e Força Aérea do Brasil para adaptar o Millennium KC-390 para missões de caça aos submarinos, anunciados em uma exposição de defesa no Rio de Janeiro em 2 de abril de 2025.
Essa colaboração visa tarefas de inteligência, vigilância e reconhecimento, concentrando-se na patrulha marítima e na guerra anti-submarina. Líderes de ambas as nações, incluindo o general João Cartaxo Alves de Portugal e o tenente brigado do Brasil Marcelo Kanitz Damasceno, revelaram o plano.
A eles se juntaram os executivos da Embraer Francisco Gomes Neto e Bosco da Costa Junior. O KC-390, um transportador tático operacional desde 2019 com o Brasil, 2023 com Portugal e 2024 com a Hungria, possui uma taxa de conclusão de 99 % da missão.
Sua frota excede 12.000 horas de vôo, provando confiabilidade em 10 forças aéreas, incluindo membros da OTAN como Suécia e Eslováquia. Agora, os engenheiros exploram a adição de sistemas modulares – sensores, radar e possivelmente torpedos – para enfrentar ameaças navais, construindo sua flexibilidade existente e design robusto.
O Brasil dirige este projeto para substituir sua aeronave envelhecida do P-3 Orion Patrol, enquanto Portugal aproveita sua experiência no Atlântico Norte. Os estudos começaram em 2024, acelerando com o envolvimento de Portugal até dezembro.
A carga útil e a capacidade e a capacidade de operar de 26 toneladas de aeronaves o tornam um candidato forte para esse papel. A Embraer mostrou um sistema de roll-on/roll-off, garantindo que o KC-390 mantenha sua borda de multi-missão.
Parceria estratégica do KC-390 da Embraer
Essa parceria fortalece os laços entre Portugal e Brasil, enraizados em histórias compartilhadas e objetivos de defesa. Também posiciona a Embraer para competir globalmente, pois as nações buscam soluções marítimas econômicas.
A Força Aérea Brasileira opera 19 unidades, com Portugal possuindo cinco, e acordos de exportação abrangem a Coréia do Sul, a Holanda e além. O sucesso pode redefinir o mercado do KC-390, misturando recursos de transporte e combate.
Os funcionários enfatizam a eficiência e a praticidade nesse empreendimento. A Damasceno destaca seu potencial para atender às necessidades futuras, enquanto os líderes da Embraer, o estresse de proezas de engenharia.
A história real está nos números: uma aeronave comprovada, uma aliança crescente e um pivô estratégico para garantir fronteiras marítimas. Esse movimento sinaliza uma mudança na aviação militar, mesclando utilidade com guerra avançada.